Civis americanos enfretam militares coreanos em jogo de guerra Homefront

A publicadora de jogos eletrônicos THQ soltou um novo videoclipe de Homefront (2011), revelando que os membros da resistência estadunidense são basicamente cidadãos comuns, civis que sozinhos enfrentam as forças militares coreanas.

Homefront é um jogo de guerra passado no ano de 2027, em que se tem início um embate entre os Estados Unidos e a Coréia (unificada, Norte e Sul).

Estreia em 11 de março de 2011.

O jogo roda em plataformas PC, Playstation 3 (PS3) e Xbox 360 (X360).

Quem assina é a produtora Kaos Studios, da cidade de Nova York, Estados Unidos — em colaboração com a produtora Digital Extremes.

Diário de desenvolvimento #3, Fight for freedom

No jogo, os EUA são apanhados de surpresa e sofrem a mais amarga de suas derrotas militares, basicamente ficando sem forças armadas oficiais. Em contrapartida, os civis se juntam e organizam uma força paramilitar para recuperar seu país das mãos inimigas.

O videoclipe mostra a chamada Resistência, como é conhecida a força armada que a população dos Estados Unidos organiza para lutar contra as tropas invasoras. Prédios viram quartéis, estacionamentos são tomados por jipes e tanques, casas se tornam guaritas de vigilância.

A ideia principal do jogo é fazer com que as pessoas interpretem os civis, “colocar as pessoas como combatentes da Resistência, lutando para salvar seu próprio país”, fala Zack Wilson, também designer.

“O mais legal em Homefront é a ideia de explorarmos os civis, a humanidade”, diz Rex Dickson, designer de cenários. “Os cenários foram construídos para que as pessoas achassem que poderiam ter crescido ali. Mas agora estão disformes, abandonados, estão em colapso”, explica. Para isso, além de adotarem locações reais (como o Johnston Memorial Park, na cidade de Johnston), foram mantidas instalações de lojas e de redes de lanchonetes como a Hooters.

David Votypka, diretor de criação, realça as importantes diferenças entre Homefront e os outros. Conta Votypka, enquanto a maioria dos títulos disponibiliza os melhores equipamentos, um grande número de aliados para apoiar os jogadores, Homefront o traz como um civil normal, membro de um pequeno grupo que luta por sua própria liberdade e que precisa improvisar.

Homefront busca emocionar o público por meio da violência, mostrando cenas de barbárie, pessoas sendo pisoteadas, assassinadas e jogadas em valas, sendo humilhadas. Mas Chris Cross, designer responsável pela campanha individual, diz a exibição da violência não é algo em vão. “Há todo um contexto, países em guerra, revolta, e as pessoas lutando não somente por sua vida, mas pela sobrevivência de seus familiares e amigos”, diz ao TRP420.

Apresentação

Jogo e série

Homefront não é somente um jogo, mas uma história maior, que (inicialmente) foi concebida como uma trilogia. “O primeiro jogo é o início da história. A narração rola como em um seriado, com momentos-chave e tal. Vamos continuar essa história (por meio de conteúdos adicionais; expansões) até que chegue Homefront 2″, fala Danny Bilson, diretor da divisão de jogos “Core”, da THQ.

Sobre o enredo, ele surgiu a partir de uma teoria paranóica, “uma ficção especulativa inspirada em fatos reais”, explica Bilson. Há uma mistura ficção e realidade, inclusive exibindo uma coletiva de imprensa com primeiro-ministro do Japão e Hillary Clinton, secretária de estado dos Estados Unidos.

Em Homefront as forças armadas da Coréia do Norte avançam e dominam a Coréia do Sul e o Japão, e chegam até mesmo a invadir os Estados Unidos. “A Coréia do Norte amedronta o mundo inteiro com seus testes nucleares e que isso a tornou uma nação ideal para ser eleita como inimiga dos Estados Unidos no jogo”, argumenta Bilson.

A trilogia Homefront é assinada por John Frederick Milius, roteirista do clássico filme de guerra Apocalypse now! (1979) e do seriado Rome (2005-2007), entre outras coisas.

Bilson conta que também já estão sendo desenvolvidas algumas expansões para Homefront e que elas vão misturar coisas para a campanha solo e para os modos para múltiplos jogadores, permitindo assumir o comando de infantarias (tropas a pé), e uma diversidade de veículos que inclui helicópteros, jipes, tanques, vários outros blindados e os inéditos veículos não-tripulados — robôs e podem ser controlados remotamente sem que você corra o risco de ser morto em combate.

A produtora responsável pelo jogo, Kaos, nasceu do estúdio Trauma, criador de Desert Combat, mais popular e respeitada “mod” (versão modificada) de Battlefield 1942.

História

Ocupação

Modo para múltiplos jogadores: até 32 pessoas

Livro

Homefront possui uma obra literária, feita a quatro mãos pelos escritores Raymond Benson e John Frederick Milius.

Milius assina roteiros de filmes como Apocalypse now! (1979) e Amanhecer violento (1984), enquanto Benson é responsável por algumas aventuras de James Bond, o espião britânico 007, como O amanhã nunca morre(1997) e Um novo dia para morrer (2002).

Oficialmente não foram divulgados nem o argumento nem o título do livro. Mas Danny Bilson, diretor da divisão de jogos “Core”, da THQ, conta que a história central poderia ser inspirada nas coberturas jornalísticas envolvendo embates entre os Estados Unidos e a Coréia do Norte (considerando inclusive a uma união entre as Coréias, a do Norte e a do Sul).

O título tem recebido grande atenção por parte da publicadora THQ. O primeiro jogo nem saiu e já foi confirmada a produção de uma trilogia (serão três jogos). Além do livro, há a possibilidade de Homefrontganhar uma versão cinematográfica.

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Diário de desenvolvimento #2, Large scale warfare

Homefront (produção: Digital Extremes, Kaos Studios | distribuição: THQ), PC, PS3, X360.

Estréia:

América, março de 2011

Ásia, março de 2011

Europa, março de 2011

Oceania, março de 2011

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