Splatterhouse é o jogo mais violento do ano

A publicadora de jogos eletrônicos Namco Bandai soltou dois videoclipes em que revela algumas “habilidades” de Rick Taylor, jovem que se transforma em um monstro carniceiro e se torna protagonista de Splatterhouse, jogo de ação inspirado em uma clássica história de terror da década de 1980, que traz um herói mascarado e lutas sangrentas.

Splatterhouse estreia (hoje) em 23 de novembro de 2010.

O jogo roda em plataformas Playstation 3 (PS3) e Xbox 360 (X360).

Quem assina é a produtora Namco Bandai, da cidade de , Japão.

Splatterkills 1

Splatterkills 2

Os videoclipes revelados exibem cenas violentíssimas, mutilações aos montes e muito, muito, muuuuuito sangue espirrando na tela. A promessa da produtora é a de entregar não somente um remake de Splatterhouse, mas de esta edição ser o jogo mais violento do ano.

Parece que a promessa está sendo cumprida.

Umas das habilidades de Taylor é a de conseguir sobreviver mesmo ao sofrer ferimentos graves. Durante a partida o protagonista é chutado, mordido, queimado e leva ataques de mil maneiras. Sua pele rasga, seus ossos ficam aparentes… Mas se ele sobrevive e pode até recuperar a saúde, bastando destruir alguns inimigos para isso.

Outra qualidade do protagonista é a de ser um tantinho truculento. Ele não suporta desaforos. Taylor não apenas esmurra e dá chutes homéricos nos inimigos, mas usa cutelos para fatiá-los, arranca braços, cabeças e torços, e ainda pode usar essas partes de corpos como uma arma e bater nos adversários que estiverem pelas bandas.

Jogo e série

Splatterhouse é um revival do episódio original, de 1988, que deu início à saga de Rick Taylor, jovem que é amaldiçoado por uma misteriosa máscara e se torna um andarilho do inferno, vagando por uma dimensão repleta de mortos-vivos e criaturas bestiais.

O “remomeço” da série é assinado por Gordon Rennie, roteirista de histórias em quadrinhos como NecronautsJuíz Dredd. Mas embora haja um enredo repaginado e atualizado, Splatterhouse continua o mesmo. Há muita ação (sanguinolenta) e pouco papo(-furado).

Interpretando o estudante Taylor, um jovem comum cuja namorada, Jennifer Willis, desaparece após entrar em uma mansão abandonada, você se depara com demônios e uma misteriosa máscara, que lhe promete poderes para enfrentar as bestas que o impedem de encontrar sua namorada. Após vestir a máscara, porém, Taylor se transforma em um monstro de força descomunal.

É possível aplicar ataques em sequência, combinando golpes para estraçalhar vários inimigos. Dá para arrancar pedaços dos adversários e usá-los contra outros oponentes ou, melhor ainda, apelar para equipamentos como serras elétricas. E além da brutalidade, os poderes da máscara permitem a Taylor reanimar inimigos corpos e você pode organizar exércitos de mortos-vivos para ajudar em sua jornada.

Alguns inimigos e chefes-de-fase conhecidos de outros episódios da série foram refeitos, deformados e embrutecidos para o remake.

Uma curiosidade é não haver uma interface com indicadores da vitalidade de seu personagem. Em vez disso, o próprio corpo de Taylor é referência. Quanto pior seu corpo, pior está sua saúde. Os inimigos podem arrancar-lhe pedaços, deixando à mostra músculos, ossos e até seus órgãos. Quanto mais mutilado, mais próximo da morte você está.

Splatterhouse (1988) foi o primeiro jogo eletrônico a ser indicado “para maiores de 18 anos”, porque foi considerado muito violento. A partir de então é que todos os jogos passaram a ser “classificados” segundo indicação etária e de conteúdo. Agora, tanto o jogo original de 1988 quanto suas sequências, de 1992 e de 1993, estão incluídos como bônus no novo Splatterhouse.

Bandas como 5 Finger Death Punch, Goatwhore, Lamb of God, Mastodon e Mutant Supremacy, intérprete da faixa Morbid Dismemberment (em tradução livre, Desmembramento Mórbido), assinam a trilha sonora em que prevalece o gênero rock. Quer dizer, é rock pesadíssimo, visceral, com berros, grunidos, urros, e solos de bateria e de guitarra. Vale realçar a participação da Cavalera Conspiracy, banda liderada pelos irmãos brasileiros Igor e Max Cavalera, integrantes originais do Sepultura.

A trilha sonora “combina perfeitamente com o estilo brutal e sangrento do jogo”, descreve nota. Howard Drossin, que já foi inclusive diretor de trilhas sonoras da Sega, também preparou composições inéditas para acompanhar as cenas de Splatterhouse.

Trilha sonora: Splatterhouse

5 Finger Death Punch: Dying Breed

ASG: Dream Song

Cavalera Conspiracy: Must Kill

Goatwhore: Apocalyptic Havok

High On Fire: Fire, Flood & Plague

Invisible Enemies: Dead Eyes

Lamb of God: Walk With Me in Hell

Mastodon: Blood and Thunder

Municipal Waste: Rigorous Vengeance

Mutant Supremacy: Morbid Dismemberment

Terrorizer: Dead Shall Rise

The Accused: Pounding Nails

The Haunted: Hollow Ground

Wolfshirt: Headlong Into Monsters

Splatterhouse (produção: Namco Bandai | publicação: Namco Bandai), PS3, X360.

Estreia:

América, novembro de 2010.

Ásia, novembro de 2010.

Europa, novembro de 2010.

Oceania, novembro de 2010.

Comments
2 Responses to “Splatterhouse é o jogo mais violento do ano”
  1. Olavo disse:

    o jogo e legal mais e violento mesmo deixou o god of war ficar em 2 em violencia mais terror r isso mesmo

  2. Nicole Silva disse:

    Este jogo é o melhor que já joguei! RECOMENDADÍSSIMO!!!

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